quinta-feira, 18 de novembro de 2010
A morte do "Tigre Celta"
A Irlanda, apelidada de “Tigre Celta” e aclamada pela mídia canalha como um modelo de economia a ser seguido pelos nossos governantes, sucumbiu pela irresponsabilidade de governos corruptos que fingiram crescer apoiados no mercado do lucro fácil das aplicações financeiras e especulativas, menosprezando a produção e o dinheiro suado.
Caiu junto com outros países empurrado pelo efeito dominó que já abateu Islândia, Grécia, Portugal e Espanha.
Gurus nacionais – dos nossos prestigiosos meios de comunicação - gurus internacionais cantaram loas a habilidade do Tigre Celta em manobrar nos mercados internacionais, apresentando crescimentos fantásticos para uma economia tão pequena e, ao que parece, foram influentes nas decisões tomadas pelo Silvio Santos na administração do seu conglomerado.
O Tigre Celta foi extinto, morreu insepulto para feder por muitas décadas.
Quem paga a conta? Novamente, os mais pobres pagam a conta, como tantas vezes aconteceu no Brasil, corroído pela impostura de grupos oportunistas, com a conivência da imprensa mentirosa e unilateral defensora ferrenha dos interesses alienígenas.
Por que não estamos nessa situação? O governo brasileiro orientou os investimentos dos fundos de pensão das estatais no mercado de derivativos e outros investimentos de risco a partir de 2007, para agirem com cautela, condição esta retirada após a crise, em setembro de 2009.
Leia mais:
http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm?alterarHomeAtual=1
http://www.revistarazaocontabil.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1137&Itemid=75
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Dilma e como a verdade ganhou, mais uma vez.
sábado, 30 de outubro de 2010
Vejam o destino de Itaipú e da Petrobrás nas mãos de Serra!
Comparem a notícia da FSP e a informação no Blog do Altamiro Borges e entenda o que Serra/FHC/DEMO/PTB/PPS e sua turma de entreguistas querem para o Brasil!
30/10/2010 - 09h10 – Folha de São Paulo - online
José Serra finaliza, mas não registra programa de governo
DE SÃO PAULO
(...)
A campanha tucana fala em rever a criação da Pré-Sal Petróleo. "O governo do PT propôs mudar o marco legal de exploração do petróleo simplesmente para fortalecer um discurso vazio e ideológico. O modelo proposto representa um voto desconfiança na Petrobras, retarda a exploração do pré-sal e traz insegurança para o setor."
No segundo turno, uma das principais linhas de ataque de Dilma foi o discurso de que Serra pretende privatizar a Petrobras se eleito, o que ele nega.
A petista foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras de 2003 até o início deste ano.
O programa de Serra sugere mudanças estruturais na Petrobras, como a revisão do plano de cargos e salários dos funcionários e combate ao aparelhamento político.
Também há críticas à gestão do setor elétrico em outras frentes, como o acordo com o Paraguai sobre compra de energia de Itaipu e o que chama de "matriz elétrica cada vez mais suja". (...)
Leia mais no sítio abaixo:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/822744-jose-serra-finaliza-mas-nao-registra-programa-de-governo.shtml
Revelado: a quem Itaipu será entregue (Reprodução parcial)
Reproduzo artigo do professor Mauro Carrara:
(....)
O NED é uma entidade privada norte-americana, mas abastecida por recursos públicos, encarregada de fornecer suporte a instituições-satélite empenhadas em desestabilizar governos de esquerda ou de centro-esquerda em todo o mundo.
Sua ações táticas estão centradas no fortalecimento de grupos políticos neoliberais, privatistas e pró-EUA. Garantem-lhes treinamento, expertise midiática, além de apoio financeiro, técnico e logístico.
Essas intervenções de auxílio, no entanto, têm um alto preço. Exige-se sempre uma contrapartida para as empresas que contribuem na constituição dos fundos do NED e das entidades por ele patrocinadas.
No caso do Brasil, a exigência é a entrega de Itaipu, da Petrobrás e do Banco do Brasil a grupos especulativos transnacionais, especialmente de capital norte-americano.
Desvendando o enigma de Itaipu
Há poucos dias, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reuniu-se com mais de 150 investidores no Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu.
Você pode se perguntar: por que FHC, se ele não é mais presidente e nem exerce cargo público?
E pode ainda indagar: por que o convescote ocorreu exatamente naquela cidade?
O objetivo é claro e evidente. O ex-presidente é o delegado destacado pela coligação conservadora para negociar a entrega do patrimônio nacional aos especialistas em pilhagem além-fronteiras. (...)
Leia toda a matéria no sítio abaixo:
http://altamiroborges.blogspot.com/
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Dilma foi torturada durante 22 dias!
http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm?alterarHomeAtual=1
domingo, 24 de outubro de 2010
Sobre servidores públicos e aposentados
Não entendo como pessoas dependentes do estado podem apoiar o estado mínimo.
Eles têm, hoje, várias garantias de segurança para a manutenção dos salários e benefícios em razão do fortalecimento do estado pelas políticas econômicas do governo Lula e, no entanto, apóiam a candidatura neoliberal e ainda a defendem com unhas e dentes, às vezes sem ao menos conseguir discutir sobre o assunto, de tão dogmáticos que se tornaram.
Será que a alienação imposta pela mídia corrupta os emburreceu de tal forma que para essas pessoas fica difícil enxergar outra solução, além daquela que não consegue resolver os problemas endêmicos criados pelo lucro insensato, como o tráfico de drogas, a violência e a corrupção, conformando-se com a falta de solução discutida pelos meios de comunicação?
Não entendem que a pregação neoliberal contra a Previdência Social tem a ver com outros interesses, que não os nossos? Que a campanha contra a Previdência é um embuste para causar a desilusão no sistema e assim facilitar a transferência dessa massa imensa de recursos da ordem de quase R$ 100 bilhões por ano para a iniciativa privada, ou seja, o sistema financeiro internacional com o qual não tem diálogo possível e nem pressão popular e não há como fiscalizar essa empresa privada que seria criada?
Que haveria um grande prejuízo para todos os beneficiários do sistema, em razão da necessidade de manutenção do lucro, que cada vez se tornaria maior, de acordo com a própria expectativa do mercado, uma vez que assim disposto haveria a distribuição de ações por todo o mundo e seus acionistas, principalmente, os grandes acionistas, fariam grande pressão sobre as empresas para que o lucro se consolidasse?
O que ocorre hoje na França é muito mais que uma simples manifestação popular é a tentativa de manter sob o controle popular aquilo que lhes interessa, contra o modelo capitalista, de acordo com o comentário de Jean Paul-Piérot, no jornal L’Humanité: “O sistema de aposentadoria baseado na solidariedade entre as gerações expressa uma maneira de conviver incompatível com o império do “cada um por sí”, um império em que os ricos vivem sob o abrigo de seu escudo fiscal, enquanto a massa dos assalariados teria que trabalhar durante mais tempo para não ver diminuída sua pensão e cair na pobreza.” http://www.brasildefato.com.br/node/4472.
Uma vez dentro do sistema de economia de mercado seus salários e benefícios estariam sujeitos a disposição dos grandes investidores transnacionais, como aconteceu em 2009 com os aposentados norte-americanos, que ficaram a mercê dos investimentos em derivativos, que ninguém consegue explicar que raio de investimento é esse, mas que causou imensos prejuízos a aposentados e pensionistas no mundo todo (menos no Brasil) e levou a bancarrota países como Grécia, Islândia, Portugal e Espanha.
Não se iludam servidores, não acreditem em segurança no modelo neoliberal, pensem que o Banco Central norte-americano é privatizado e os seus donos são as famílias bilionárias donas do Bank of America (Rockefeller), do JP Morgan (Morgan) e do Citibank (Rotschilds), da mesma forma que a Federal Income Tax (Receita Federal) norte-americana, que faz as suas próprias políticas sem depender do governo dos EUA (povo). São bancos privados que tem influência incomum e os donos são poucas famílias dos EUA, podendo colocar de joelhos toda a população norte-americana e o mundo.
Pensem que o lucro é unicamente aquilo que lhes interessa e que os seus domínios são incomensuráveis e quando aqui presentes, são incrementes na defesa de seus interesses, impondo à população nativa aquilo que melhor lhes assegurem lucro, sem pesar e sem sentimentos de solidariedade. Assim é como veem o resto do mundo, como lixo dispensável, como mão de obra barata de uso temporário e descartável.
Não se iludam que viveríamos igual ao modelo norte-americano do “american way of life”, isso só serve para eles lá e não para os colonizados.
Parece muito duro, muito pesado, mas é essa a realidade ou defendemos o nosso país contra essas péssimas influências ou sofreremos as consequências, como temos sofrido ao longo de décadas em um país que é a oitava economia mundial e, no entanto, é um dos países mais desiguais do mundo. Eles têm o poder de controlar a mídia (jornais, televisões, revistas, agências de publicidade), eles têm o dinheiro para que seus interesses sejam defendidos pelas, aparentemente, mais despretensiosas pessoas.
Lutemos a favor do país e contra o capitalismo neoliberal, não caiam no engodo dos dez por cento já no próximo ano, pois isso custará muito mais caro a longo prazo.
sábado, 23 de outubro de 2010
O Brasil quer avançar com Dilma
Chico Buarque: “Eu vim aqui reiterar meu apoio entusiasmado a Dilma, essa mulher é de fibra, essa mulher que já passou por tudo não tem medo de nada. Temos hoje um país que é ouvido em toda parte porque fala de igual para igual com todos. Não fala fino com Washington nem fala grosso com Bolívia e Paraguai.”
Leonardo Boff: “Se esperança com Lula venceu o medo, agora com Dilma, a verdade vai vencer a mentira. E uma porção do destino brasileiro depende da vitória de Dilma, porque se a oposição ganhar, nós vamos ter imensos retrocessos”.
Margareth Menezes: “Eu acredito que ela sabe o valor real da vida e sabe também a necessidade que o nosso povo mais simples tem de ter acesso a uma vida melhor”.
Dilma: “... o principal tabu é que era impossível que esse país crescesse e distribuísse renda. E o meu compromisso é que é possível erradicar a pobreza do Brasil. É possível! Eu tenho uma outra coisa para honrar. É honrar as milhões de mulheres deste país e ser a primeira presidente da República”.
Fernando Morais: “Voto na Dilma porque eu conheço José Serra há trinta anos e sei o mal que ele pode causar a este país”.
Hélio B. Duarte: “As promessas da Dilma não são meras promessas de campanha são decisões de governança, voto Dilma 13”.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Quebra de sigilo e a briga Serra-Aécio
"Ribeiro Júnior disse à PF ter sido escalado para o serviço diretamente pelo diretor de redação do jornal mineiro, Josemar Gimenez, próximo à irmã de Aécio, Andréa Neves. A apuração, que visava levantar escândalos a envolver Serra e seus aliados durante o processo de privatização do governo Fernando Henrique Cardoso, foi apelidada de Operação Caribe. O nome sugestivo teria a ver com supostas remessas ilegais a paraísos fiscais.
Acuado por uma investigação tocada por Itagiba, chefe da arapongagem de Serra desde os tempos do Ministério da Saúde, Aécio temia ter a reputação assassinada nos moldes do sucedido com Roseana Sarney, atual governadora do Maranhão, em 2002. Naquele período, a dupla Itagiba-Serra articulou com a Polícia Federal a Operação Lunus, em São Luís (MA), que flagrou uma montanha de dinheiro sujo na empresa de Jorge Murad, marido de Roseana, então no PFL. Líder nas pesquisas, Roseana acabou fora do páreo após a imagem do dinheiro ter sido exibida diuturnamente nos telejornais. Serra acabou ungido a candidato da aliança à Presidência, mas foi derrotado por Lula. A família Sarney jamais perdoou o tucano pelo golpe".
Leiam o texto completo em:
http://altamiroborges.blogspot.com/
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Que pontaria, hem!
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Jornalista descobre a relação entre a extrema-direita, neonazistas, Daniel Dantas e Serra.
O jornalista Tony Chastinet fez um levantamento minucioso sobre a origem de um dos e-mails caluniosos que circulam contra a candidata Dilma Rousseff (PT). Não precisou de dinheiro, nem de ferramentas especiais. Usou basicamente o “Google”. Gastou alguns minutos e usou a experiência de quem já investigou dezenas e dezenas de picaretas em suas reportagens investigativas. Tony Chastinet descobriu que o email partiu de gente ligada à extrema-direita e a grupos neonazistas. Gente com nome, sobrenome e endereço. O jornalista apresenta as provas.
Rodrigo Vianna/Tony Chastinet
Publicado originalmente no blog Escrevinhador, de Rodrigo Vianna
Não é difícil rastrear os caminhos da boataria que atingiu Dilma Rousseff, poucas semanas antes do primeiro turno. A campanha do PT parece não ter levado a sério a ameaça. E a boataria e as calúnias prosseguem.
O jornalista Tony Chastinet – colega com quem tive o prazer de dividir o prêmio Vladimir Herzog em 2007, e com quem produzi a série de reportagens sobre as centrais clandestinas de tortura durante a ditadura – fez um levantamento minucioso sobre a origem de um desses e-mails caluniosos. Não precisou de dinheiro, nem de ferramentas especiais. Usou basicamente o “Google”. Gastou alguns minutos e usou a experiência de quem já investigou dezenas e dezenas de picaretas em suas reportagens investigativas.
Tony Chastinet descobriu que o email partiu de gente ligada à extrema-direita. Gente com nome, sobrenome e endereço. Confiram…
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O CAMINHO DA CALÚNIA
por Tony Chastinet
Recebi ontem à noite um daqueles e-mails nojentos e anônimos, que estão circulando na internet, com calúnias contra a candidata Dilma Roussef. Decidi gastar alguns minutos para tentar identificar os autores. Consegui, e repasso abaixo as informações sobre os autores da baixaria – incluindo as fontes da pesquisa.
Há um e-mail circulando na internet com o seguinte título: “Candidatos de esquerda”. Na mensagem há uma série de calúnias contra Dilma, e o pedido para se votar no Serra. Também recomenda a leitura do site www.tribunanacional.com.br.
Entrei na página e de cara me deparei com aquela foto montada da Dilma ao lado de um fuzil. Uma verdadeira central de calúnias ligada à extrema direita. Vejam uma amostra neste link http://www.tribunanacional.com.br/v2/editorial/a-terrorista/.
O e-mail foi enviado para minha caixa postal na noite de domingo. O remetente é um tal de Ingo Schimidt (ingo@tribunanacional.com.br). O site está registrado na Fapesp em nome do “Círculo Memorial Octaviano Pinto Soares”.
Essa associação tem CNPJ (026.990.366/0001-49), está localizada na SCRN, 706-707, Bloco B, Sala 125, na Asa Norte, em Brasília. O responsável pelo site chama-se Nei Mohn. Em uma pesquisa superficial na internet, descobre-se que ele foi presidente da “Juventude Nazista” em 1968. Era informante do Cenimar e suspeito de atos de terrorismo na década de 80 (bombas em bancas de jornais e outros atentados feitos pela tigrada da comunidade de informações). Também foi investigado por falsificar o jornal da Igreja Católica, atacando religiosos que denunciavam torturas, assassinatos e desaparecimentos (vejam abaixo nas fontes).
Nunca foi investigado e sequer punido pelas barbaridades que aprontou. Para isso, contou com a proteção dos militares e da comunidade de informações para abafar os escândalos e investigações.
Prossegui na pesquisa e descobri que o filho de Nei, o advogado Bruno Degrazia Möhn trabalha para um grande escritório de advocacia de Brasília contratado por Daniel Dantas para representar o deputado federal Alberto Fraga (DEM) em ação no TCU movida pelo deputado para tentar impedir a compra de ações da BRT/OI pelos fundos de pensão.
Interessante essa ligação entre a extrema direita, nazistas e Daniel Dantas. Mas tem mais.
No registro do site ainda há outros dois nomes apontados como responsáveis pela página: Antonio Afonso Xavier de Serpa Pinto e Zoltan Nassif Korontai.
Serpa Pinto trabalha na Secretaria da Fazenda de Mato Grosso. Korontai é responsável pelo site http://www.projetovendabrasil.com.br. É um negócio estranho como pode ser visto na página da internet. Ele atua na área de tecnologia e fez concurso para analista de sistemas no TRE do Paraná.
O cadastro do site dele está em nome da CliqueHost Internet Hosting e Eletro Eletrônicos (CNPJ 008.144.575/0001-90 – Avenida Doutor Chucri Zaidan, 246, SL 18, São Paulo). O responsável chama-se Frederich Resende Soares Marinho.
Marinho é consultor de informática e trabalha em Piraúba (MG). Há uma série de reclamações de que ele vendeu hospedagens de site e não entregou o serviço. Ele é membro da Assembleia de Deus em Sorocaba.
Outro dado interessante: Ingo coloca um link no e-mail para quem não quiser mais receber as mensagens. Esse link aponta para o seguinte endereço: ingo.newssender.com.br. Newssender é um serviço de marketing eletrônico (leia-se spam) registrado e vendido pela Locaweb Serviços de Internet S/A. O curioso é que é o mesmo provedor que hospeda o site do candidato tucano.
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Fontes:
– Tribuna Nacional – Dados do Registro.br
domínio: tribunanacional.com.br
entidade: Círculo Memorial Octaviano Pinto Soares
documento: 026.990.366/0001-49
responsável: Nei Möhn
2 – Nei Mohn
Matéria Veja de 1980 – http://www.arqanalagoa.ufscar.br/pdf/recortes/R06814.pdf
Matéria da Isto É de 1982 – http://www.arqanalagoa.ufscar.br/pdf/recortes/R03648.pdf
3 – Filho de Nei
Bruno Degrazia Möhn (OAB/DF 18.161)
Trabalha no escritório Menezes e Vieira Advogados Associados – http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=11457 – artigo defesa ppp
Escritório contratado por Dantas no caso BRT – http://www.anapar.com.br/noticias.php?id=6602
4 – Antonio Afonso Xavier de Serpa Pinto
Funcionário da secretaria estadual da fazenda de mato grosso
http://app1.sefaz.mt.gov.br/Sistema/Legislacao/legislacaopessoa.nsf/2b2e6c5ed54869788425671300480214/88e35b271696c3bf0425738500423ded?OpenDocument
5 – Zoltan Nassif Korontai
Site dele – http://www.projetovendabrasil.com.br/?pg=calculadora-de-ivestimento&p=253
Dados do registro.br
domínio: projetovendabrasil.com.br
entidade: CliqueHost Internet Hosting e Eletro Eletrônicos L
Veja quem é esse Nei Mohn, no sítio:
http://www.arqanalagoa.ufscar.br/pdf/recortes/R06814.pdf
Do sítio abaixo:
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17058
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Privatizações tucanas ou como transferir o patrimônio e a renda brasileira para o exterior.
Dados do próprio governo, extraídos de relatórios do BNDES, xerife do programa de privatizações, davam conta do balanço, até 1998, segundo nosso saudoso Aloysio Biondi: para uma arrecadação por conceito de vendas de R$ 85 bilhões – alguma parte paga com “moedas podres”, títulos da dívida pública sem nenhum valor de mercado, nem liquidez, como os títulos da dívida agrária –, par contre, a privatização custou R$ 87 bilhões! Isto é, ainda saímos perdendo! Incluem-se no custo da privatização, os subsídios nos juros dos empréstimos concedidos pelo Estado para que as empresas privadas comprassem as estatais, o prévio “saneamento” financeiro para entregá-las enxutas, esbeltas e belas para o lucro, isenções fiscais concedidas, débitos pesados que ficaram com o Estado, como, por exemplo, obrigações trabalhistas.
Na vastíssima operação realizada – o programa de privatizações do governo brasileiro esteve sempre entre um dos maiores do mundo e agora é o maior do mundo – duas questões são relevantes e ajudam a explicar a crise atual, que já passou para a política. Além do prejuízo real, econômico e financeiro, já sumariamente relatado, o governo federal, com as extensões estaduais, perdeu capacidade para realizar políticas setoriais e mesmo política econômica. [...]
A segunda conseqüência é de ordem não menos letal; freqüentemente, ela é localizada apenas no terreno da ética [...] Trata-se do tema da corrupção: uma megaoperação do porte do programa de privatizações realizado açodadamente pelo governo brasileiro abre todas as portas para ela. Em primeiro lugar, pelo volume de recursos em jogo que, na conta de Biondi, atingiu, em termos correntes, até 1998, entre 15% e 20% do PIB brasileiro. Em segundo lugar, porque simultaneamente às privatizações, como conseqüência delas, com o desmonte do Estado, sua capacidade de fiscalização reduziu-se drasticamente, justamente quando a privatização introduzia na economia brasileira grupos econômicos de porte. Para o que o Estado brasileiro não dispunha de experiência, nem de instituições adequadas: apressadamente, montaram-se as famosas agências reguladoras, as Anas da vida, cuja capacidade é quase zero, com os resultados conhecidos, agora, com a crise energética.(...)
As privatizações, na forma em que foram realizadas, constituem um processo de desnacionalização da política e despolitização da economia. [...]”
(Francisco de Oliveira. Trecho do artigo “O apodrecimento da beleza”, publicado na revista Teoria & Debate, no 48, de junho de 2001, p.4-7.)
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
FOLHA: NÃO DÁ MAIS PRA LER
Decido cancelar minha assinatura da Folha de São Paulo depois de quinze anos. Hesitei muito, porque ela foi um baluarte jornalístico para minha geração. Ali acompanhei, adolescente, o movimento Diretas-Já. Colecionava encartes, discutia editoriais. Sonhava em fazer parte do quadro de colunistas do jornal. A Folha era bacana, moderna, quase obrigatória. Planejava o divórcio há algum tempo, mas o adiei porque estava curioso para conhecer a reforma gráfica e as mudanças prometidas pelo novo editor-executivo, o jovem e talentoso Sérgio Dávila. Dupla decepção.
A questão do design é comodamente subjetiva. Sempre haverá o cinismo “especializado” a bafejar que o objetivo era mesmo esse, qualquer que seja o resultado. E o leitor se acostuma a tudo. Inclusive à mancha horrorosa no alto das capas dos cadernos, ou à tipologia que parece colhida nas Publicações Acme dos desenhos animados. Convenhamos, foram muitos esforços humanos e financeiros para se chegar a resultado tão pífio. A Folha perdeu sua cara. Pior, ficou feia. Mesmo os raros acertos têm ar de cópia ou improviso. O tablóide Esportes remete a similares estrangeiros, como o argentino Olé. As redundantes artes explicativas ocupam espaço injustificável.
A reforma editorial trouxe verniz de imparcialidade à cobertura política. Mas o tratamento dispensado aos candidatos presidenciais de 2010 segue tendencioso, para dizer o mínimo. A Folha demonstraria mais respeito pela inteligência dos leitores se deixasse de lado a hipocrisia apartidária, assumindo suas evidentes preferências eleitorais. Assim não precisaria usar subterfúgios rasteiros para disfarçá-las. Eu apurei que a divulgação de factóides sem o devido embasamento é o instrumento ideal para destruir reputações e favorecer projetos obscuros. Profissionais ouvidos no meio enxergam na indiscriminada ocultação de fontes um salvo-conduto para qualquer abuso difamatório.
Ao privilegiar diplomados, a Folha assimilou a baixa qualidade da formação universitária em jornalismo. Os equívocos gramaticais e técnicos são abundantes. A recente inserção de análises pontuais remenda mal os defeitos do noticiário, pois tenta impor vaticínios duvidosos de manjados profissionais que inevitavelmente possuem algum interesse nas questões abordadas. Os jargões de release escancaram o pendor publicitário dos cadernos de variedades, que repetem pautas convenientes à indústria do entretenimento (basta ver as matérias sobre canais pagos e leis de incentivo). Salvo honrosas exceções, os juízos estéticos de seus repórteres são risíveis.
Mas não existe decadência mais constrangedora que a dos espaços regulares de opinião. Abandonando qualquer ilusão de pluralidade, o jornal transformou-se em vitrine para um conservadorismo provinciano, medíocre e repetitivo. Diante da riqueza de nosso mundo acadêmico, a opção por Demetrio Magnoli, Boris Fausto e Marco Antonio Villa chega a parecer acintosa. Os chiliques elitistas de Danusa Leão, o udenismo de Fernando de Barros e Silva, as interjeições antipetistas de Eliane Cantanhêde (“massa cheirosa”, gente?), o neo-reacionarismo de Ferreira Gullar e os venenos de Josias de Souza envergonham a direita esclarecida e republicana que eles talvez julguem representar. Alguém realmente prefere João Pereira Coutinho a Jorge Coli? Luiz Carlos Mendonça de Barros a Paulo Nogueira Batista Jr? Quem faz contraponto ao serrismo de Elio Gaspari? A tolerante ombudsman Suzana Singer?
A presunção messiânica e uma lamentável falta de autocrítica impedem os editores de perceber que certas mesquinharias político-eleitorais destroem aos poucos os maiores patrimônios do jornal. Os editoriais são bobinhos, histéricos, esclerosados. As ameaças veladas ao presidente da República (“fique advertido”), em plena efervescência eleitoral, embutem um espírito autoritário e confrontador que só se viu nos piores momentos da história nacional. Nenhuma credibilidade sobrevive à responsabilização do governo federal por acidentes aéreos, à ficha apócrifa de Dilma Rousseff, à apologia da “ditabranda” ou à acusação de que os críticos da imprensa querem censurá-la. Defender tais absurdos em nome da liberdade de expressão não é apenas irresponsável: é ilegítimo e antidemocrático.
Talvez isso explique a necessidade de operar reformulações periódicas. Como ensinam as cartilhas publicitárias, o consumo inercial e o apelo das mudanças cosméticas inibem o abandono dos produtos de uso cotidiano. Só que a estratégia também pressupõe a satisfação de certas expectativas. A Folha se distanciou dos interesses de seu público a ponto de perder o mínimo papel utilitário que se espera de um veículo informativo. Ela virou um amontoado de páginas e seções descartáveis. Imagine receber, toda manhã, a visita de alguém que tenta iludi-lo, repetindo bobagens e distorções. Agora imagine que você paga, e caro, para ser tratado como idiota. Demora, mas chega um momento em que o prejuízo deixa de compensar.
(*) Guilherme Scalzilli, historiador e escritor.
Copiado do Blog abaixo:
http://rsurgente.opsblog.org/
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A Veja mente descaradamente!
Do sítio:
https://mail.google.com/mail/?hl=pt-BR&shva=1#inbox/12b4446dca37d7e9
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Dilma disse:
Mais uma vez a Folha de São Paulo mente de maneira vergonhosa, no estilo jornaleco vendido barato, tenta comprometer a Dilma usando da mentira para o favorecimento da candidatura de esgoto do Serra. (até hoje esse picareta não fez nenhuma proposta)
Ela disse ainda: "...vou colocar no meu blog para evitar esta distorção escandalosa cometida contra mim pela Folha de São Paulo".
Assistam o vídeo.
http://www.youtube.com/watch?v=2_3xc0__xnA
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Será o mesmo Rubnei Quicoli?

2010. Ano da Dilma
Permitida a reprodução para fins não comerciais, desde que a fonte seja citada
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Será que Rubnei Quicoli que faz acusação contra filho de Erenice na Folha é este aqui condenado no TRF 3ª Região?
Aqui, o documento pdf com a sentença, que está na página 21, que reproduzo:
ACR-SP 37737 0007953-14.2000.4.03.6105
RELATOR: DES.FED. ANDRÉ NEKATSCHALOW
REVISOR: DES.FED. LUIZ STEFANINI
APTE: RUBNEI QUICOLI
ADV: ROGÉRIO BATISTA GABBELINI
APDO: Justica Publica
A Turma, à unanimidade, deu parcial provimento à apelação para reduzir a pena do réu, para 3 (três) anos de reclusão e 10 (dez) dias-multa, em relação ao delito do artigo 289, § 1º do Código Penal, e para 1 (um) ano de reclusão e 10 (dez) dias-multa, em relação ao delito do artigo 180 do Código Penal, resultando a pena em 4 (quatro) anos de reclusão e 20 (vinte) dias-multa, a qual tornou definitiva, determinando o regime inicial aberto e substituir a pena privativa de liberdade por 2 (duas) restritivas de direitos, nos termos do voto do(a) relator(a).
Acrescentado pelo Hélio:
Código Penal
Art. 289. Fabricar, fabricando-a ou alterando-a moeda metálica ou papel-moeda de curso legal no país ou no estrangeiro.
Pena - reclusão, de 3 (três) a 12 (doze) anos e multa.
§1º Nas mesmas penas incorre quem, por conta própria ou alheia, importa ou exporta, adquire, vende, troca, cede, empresta, guarda ou introduz na circulação moeda falsa.
Art. 180. Adquirir, receber transportar, conduzir ou ocultar, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabe ser produto de crime, ou influir para que terceiro de boa-fé, a adquira, recebe ou oculte.
Pena - reclusão, de 1 (um) a 4 (quatro) anos e multa.
O curioso é que o nome do mesmo sujeito aparece na Folha de 03/08/2003, como um dos que perderiam a CNH por excesso de multas, ou seja, um infrator contumaz?
CNH: 0607002862/03 Rubnei Quicoli - Campinas
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u79845.shtml
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O Lula tinha razão, era mesmo uma "marolinha"
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Brasil contra a pobreza e a fome
No entanto, destaca os pequenos avanços ocorridos na adoção de políticas públicas de incentivo as pequenas propriedades agrícolas.
Será que isso tem a ver com a necessidade de uma reforma agrária ampla?
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
O desespero do Zé mentira, vulgo Pai Ambrósio
sábado, 11 de setembro de 2010
Blog sujo e ficha limpa
Fora Zé mentira, FHC, CIA, Veja, Globo, Folha, Estadão e bandidagem!
Viva a verdade! Viva os blogs sujos! Viva o Brasil!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
FHC, Serra e a CIA.
O do primeiro, por ser filho de general era mais estranho ainda: como pode um filho de general em plena ditadura ser expulso do país?
Esqueçam o que escrevi! Disse ele para justificar a sua transformação de pretenso esquerdista para a de defensor dos conservadores norte-americanos.
O segundo, amiguinho do primeiro, foi levado pelas ondas e cultivou um passado nebuloso, pobre, foi morar nos EUA e estudou em universidade paga sem ao menos apresentar diploma formal do Brasil, como pode?
Agora começamos a conhecer a verdade sobre os dois, vejam os blogs:
http://nezimarborges.blogspot.com/2010/09/como-cia-preparou-fhc-e-serra-para.html
http://www.conversaafiada.com.br/mundo/2010/09/07/escandalo-da-receita-de-serra-chega-aos-eua/#comments

