Mostrando postagens com marcador mentiras. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mentiras. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Repórter da Veja cometeu crime.

O jornalismo de esgoto da Veja chegou ao fundo da estação de tratamento de esgoto.
 A atitude criminosa da Veja demonstra o cinismo e o menosprezo que imprensa corrupta tem com a população brasileira e com líderes populares.


A imposição de mentiras, notícias distorcidas e deturpadas para defender a qualquer custo os interesses de uma elite ignorante e perigosa e da velhacaria disfarçada de reportagem contra José Dirceu é de fazer pensar qualquer pessoa de bem deste país, contra esse tipo de agressão irresponsável sem limites disfarçada de “reportagem”.


A direita brasileira não consegue, porque não tem como justificar o lucro absurdo que tem obtido explorando o povo brasileiro, mantendo-o na miséria e sob trabalho escravo, por séculos, e aí inventa meios enganosos para desacreditar pessoas que lutam para restabelecer as diretrizes do país para os próprios brasileiros.


Acobertados por leis que defendem os bandidos corruptos, o país tem sofrido por décadas a irresponsabilidade dessa mídia canalha, defensora do que há de pior neste país.


Não podemos nos deixar enganar mais uma vez com os falsos arautos dos interesses norte-americanos no país, pau na Veja!



Leia a opinião de José Dirceu e as repercussões da canalhice dos editores da Veja, no sítio:

http://www.viomundo.com.br/denuncias/ze-dirceu-reporter-gustavo-nogueira-ribeiro-cometeu-crime.html


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Pesquisa mostra que MST é abordado de forma pejorativa pela mídia

O Intervozes publicou pesquisa que analisa a cobertura da mídia sobre o MST durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito de 2010.
 Uso de termos negativos, pouca relevância dada às bandeiras do Movimento e exclusão do MST como fonte. O que já era percebido pelos movimentos sociais agora foi comprovado em pesquisa que analisou cerca de 300 matérias sobre o MST em TV, jornal impresso e revistas.
 O relatório, intitulado “Vozes Silenciadas”, analisou as matérias que citaram o MST em três jornais de circulação nacional (Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo); três revistas também de circulação nacional (Veja, Época e Carta Capital); e os dois telejornais de maior audiência no Brasil: Jornal Nacional, da Rede Globo, e Jornal da Record. O período pesquisado foi de 10 de fevereiro a 17 de julho, duração das investigações de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o MST.

O lançamento contou com a presença de Mônica Mourão, professora da UFC e responsável pela pesquisa, de Leandro Fortes, jornalista da revista Carta Capital, e da Coordenação do MST. O relatório foi realizado pelo Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert e da Federação do Trabalhadores em Radiodifusão e Televisão (FITERT).

O estudo

MST é retratado como violento e suas bandeiras recebem pouco destaque. A pesquisa concluiu que o movimento, na maioria dos casos, não era central nas matérias que o citam. O tema predominante foi as eleições (97 inserções), com uma grande diferença em relação ao segundo lugar, o Abril Vermelho (42 inserções). A CPMI foi tema apenas de oito matérias (ou 2,6% do total). Nas matérias sobre eleições, o MST não apareceu nos debates sobre políticas agrárias, mas sim como ator social mencionado de forma negativa pelos dois principais candidatos do pleito nacional. O Movimento aparece em segundo lugar no ranking de fontes ouvidas (em primeiro lugar estão matérias que não ouvem nenhuma fonte). Porém, essa colocação representa apenas 57 ocorrências num universo de 301 matérias.

Quase 60% das matérias utilizaram termos negativos para se referir ao MST e suas ações. O termo que predominou foi “invasão” e seus derivados, como “invasores” ou o verbo “invadir” em suas diferentes flexões. Ao todo, foram usados 192 termos negativos diferentes, entre expressões que procuram qualificar o próprio MST ou suas ações.

A maioria dos textos do universo pesquisado cita atos violentos, o que significa que a mídia faz uma ligação direta entre o Movimento e a violência. Não bastasse essa evidência, dentre as inserções que citam violência, quase a totalidade (42,5% do total de matérias) coloca o MST apenas como autor.

Editado em 26/08/2011, para compatibilização de datas.